NOVO BANCO Revelação

NOVO BANCO Revelação

Candidaturas até 30 de junho

O NOVO BANCO e a Fundação de Serralves lançam a edição de 2019 do Prémio NOVO BANCO Revelação, uma iniciativa que distingue jovens criadores no campo da fotografia contemporânea. As candidaturas decorrem até 30 de junho e o tema é livre.

Um júri internacional, de composição diferente em todas as edições, selecionará até quatro projetos finalistas e elegerá de entre estes o grande vencedor. Todos os artistas selecionados recebem uma bolsa de produção no valor de 4.500 euros para a concretização dos projetos.

A exposição coletiva que reúne os projetos selecionados e do grande vencedor, terá lugar no Museu de Serralves e inaugurará durante o ultimo trimestre de 2019, em data a anunciar. Será também publicado um catálogo com o trabalho do artista vencedor.

São admitidos a concurso projetos de criadores de nacionalidade portuguesa, ou estrangeiros a residir em Portugal, com idade limite de 30 anos (à data de fecho das candidaturas, 30 de junho de 2019).

Ao apostar com Serralves numa iniciativa que promove o surgimento de novos criadores, o NOVO BANCO reforça a sua estratégia de mecenato e promoção da cultural na área da fotografia e, simultaneamente, intervém na comunidade, através de formas inovadoras de dinamização da arte, nomeadamente no contexto dos jovens artistas contemporâneos portugueses.

Consulte aqui o Regulamento e a Ficha de Candidatura (envio obrigatório e devidamente preenchida).

 

Fotógrafa Maria Trabulo venceu o Prémio NOVO BANCO Revelação 2018

Na edição de 2018 deste prémio o Júri, composto por Anna Gritz – curadora no KW (Instituto para a arte contemporânea, Berlim), Filipa Loureiro e Ricardo Nicolau – curadora e adjunto do diretor do Museu de Serralves e Rita Vitorelli, editora-chefe da revista Spyke Art, selecionou por unanimidade, como finalistas do Prémio NOVO BANCO Revelação 2018, os artistas Carlos Arteiro, Ana Linhares, o coletivo Sem título 2018 e Maria Trabulo, eleita a grande vencedora.

A atribuição do Prémio a Maria Trabulo deveu-se, segundo o júri, ao caráter aturado e idiossincrático das pesquisas da artista, que a levam no projeto com que concorreu ao NOVO BANCO Revelação a questionar a relação da fotografia com os limites da memória humana – lembremo-nos que ela é fundamental na constituição de arquivos, para práticas de preservação e enquanto ferramenta arqueológica. 

A exposição NOVO BANCO Revelação 2018, uma mostra coletiva dos trabalhos inéditos da artista vencedora Maria Trabulo e dos três artistas finalistas Carlos Arteiro, Ana Linhares e Coletivo Sem Título 2018, esteve patente ao público de 29 de novembro de 2018 a 27 de janeiro de 2019, no Museu de Serralves.

Os artistas receberam uma bolsa de produção para a concretização dos projetos que apresentaram em exposição. A laureada Maria Trabulo foi igualmente distinguida com a edição de uma publicação monográfica sobre o seu trabalho, lançada no dia da inauguração da exposição.

Este projeto foi coordenado por Filipa Loureiro, curadora e Ricardo Nicolau adjunto do diretor do Museu.

 

Sobre a vencedora:
Maria Trabulo vive e trabalha entre o Porto e Viena.
Mantém uma prática artística quer individual como em coletivo, tendo realizado várias exposições em Portugal e no estrangeiro. O seu trabalho tem sido premiado por instituições internacionais relevantes e tem desenvolvido várias colaborações com profissionais do campo das artes, arquitetura e artes performativas.
Concluiu o mestrado em Art & Science pela Academia de Artes Aplicadas de Viena e possui uma licenciatura em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto e pela Academia de Belas Artes da Islândia.

Sobre o NOVO BANCO Revelação

O NOVO BANCO Revelação é uma iniciativa do banco em parceria com a Fundação de Serralves que visa incentivar a produção e criação artística de jovens talentos portugueses, tendo por base uma lógica de divulgação, lançamento e apoio a todos os que recorram ao medium fotografia. O concurso destina-se a artistas de nacionalidade portuguesa, ou estrangeiros a residir em Portugal, com idade limite de 30 anos (à data de fecho das candidaturas) e o tema do projeto é livre.

Ao apostar com o Museu de Serralves numa iniciativa que promove o surgimento de novos criadores, o NOVO BANCO reforça a sua estratégia de mecenato cultural na área da fotografia e, simultaneamente, intervém na comunidade, através de formas inovadoras de dinamização da arte, nomeadamente no contexto dos jovens artistas contemporâneos portugueses.

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