Fundos de Investimento


Categorias Fundos    Risco    ISRR    Horizonte temporal

A indústria de Fundos de Investimento é cada vez mais vasta e complexa. Os Clientes do NOVO BANCO podem aceder com facilidade a fundos geridos pela Sociedade Gestora do GNB assim como a Fundos de Gestoras de Activos Internacionais de renome, entre os quais poderão encontrar a combinação que mais se adequa à sua realidade e objetivos.

 

Prémios Melhores Fundos 2020


NB PPR Vintage

Categoria de Fundos PPR


NB Estratégia Ativa

Categoria de Fundos Flexíveis


FP Multireforma Plus

Categoria Fundos de Pensões Abertos



Os prémios "MELHORES FUNDOS JORNAL DE NEGÓCIOS / APFIPP - 2020", são atribuidos aos Fundos de Investimento Mobiliário, Fundos de Investimento Imobiliário e Fundos de Pensões Abertos que se destacaram em 2019.

 

Prémios Morningstar 2019


NB Obrigações Europa

Melhor Fundo Nacional de Obrigações Euro

A Morningstar, que anualmente distingue os melhores Fundos e Sociedades Gestoras nacionais e estrangeiras a atuar em Portugal, reconheceu a consistência da qualidade e performance do fundo NB Obrigações Europa gerido pela GNB Fundos Mobiliários, Grupo NB.

 

Prémios Morningstar 2018

Em 2018, foi premiado como "Melhor Fundo Estrangeiro de Obrigações Euro" o fundo NB Euro Bond, gerido pela GNB International Management, Novo Banco Group.

 

Tem dúvidas? Nós esclarecemos.

4 CATEGORIAS principais nos Fundos Mobiliários

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Curto Prazo / Liquidez / Monetários
Predominância em aplicações de curto prazo e de elevada liquidez. São fundos de risco baixo e com uma rendibilidade que corresponde à das taxas de juro do mercado monetário, podendo ser considerados como uma alternativa ao investimento nos depósitos bancários, contudo não garantem o capital na data de reembolso.

Obrigações
São classificados segundo as Entidades Emitentes: Fundos de Obrigações do Governo - Government Bond (investem em vários tipos de títulos de dívida pública, as chamadas obrigações soberanas) e os Fundos de Obrigações de Divida Corporativa - Corporate Bond (investem em títulos de dívida emitidos por empresas). Têm normalmente duas sub-classificações, segundo a qualidade creditícia da respetiva carteira: Fundos de Obrigações Investment Grade (investem em dívida emitida por entidades de elevada qualidade, com o objetivo de aumentar o capital da instituição, ou seja, com rating S&P superior a BBB, ou Baa na classificação Moody's) e Fundos de Obrigações High Yield (investem em emissões de dívida com baixos ratings de crédito, referidas muitas vezes como junk bonds, e têm rating S&P abaixo do BBB ou Baa pela Moody's). As obrigações High Yield oferecem normalmente taxas de juro mais elevadas que as obrigações Investment Grade já que a respetiva compra implica um risco adicional para o comprador da obrigação.

Existem também os Fundos de Dívida Emergente, cuja carteira está predominantemente investida em Obrigações de países denominados Emergentes (não Desenvolvidos). Estes fundos podem ter dívida Governamental e Corporativa, podendo ou não ter cobertura cambial dos ativos em carteira. Finalmente, existem Fundos de Obrigações Globais / Flexíveis (Unconstrained). Este tipo de Fundos, tal como o nome indica, na sua política de investimentos podem, dentro de parâmetros pré-definidos, investir no mercado de dívida global, oportunisticamente, não estando restringidos por tipos de emitentes, risco dos mesmos ou geografias.

Mistos (ou Multi-Ativos)
Combinam características dos fundos de obrigações e dos fundos de ações, investindo nas diferentes classes de ativos, pelo que o risco e a rendibilidade associados a estes fundos varia em função do maior ou menor peso que as ações e obrigações têm no património, bem como dos países em que investe: uns privilegiam claramente o investimento em ações, outros apostam mais nas obrigações, outros têm uma carteira bastante diversificada internacionalmente, apostando em vários países e regiões.

Ações
Estes fundos apresentam maior risco, pelo facto de o valor das unidades de participação ser muito sensível ao risco de variação de preço das ações em que investem, mas, poderão, deter um rendimento potencial, a longo prazo, superior aos produtos de baixo risco (as oscilações no valor dos fundos diluem-se no longo prazo).

Existem, também, os Fundos Flexíveis, que investem em obrigações e ações e tendem a não definir barreiras para o peso dos vários tipos de aplicações na carteira; os Fundos de Fundos, que têm uma carteira composta por UP´s de outros fundos; os Fundos de Investimento Alternativo (FIA) que se caracterizam por uma grande liberdade na determinação da política de investimento e os Fundos de Poupança-Reforma (PPR), que têm uma composição semelhante aos fundos multi-ativos, mas a lei atribuí-lhes um estatuto especial.

Quais os riscos a que um fundo pode estar exposto?

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Todos os fundos de investimento têm risco de capital (à exceção dos fundos com capital garantido), o que significa que o investidor poderá incorrer em perdas de capital. O maior ou menor risco de um fundo dependerá do risco dos ativos do fundo.

PRINCIPAIS RISCOS ASSOCIADOS AOS FUNDOS DE INVESTIMENTO
Capital - a grande maioria não tem capital garantido (*).
Liquidez - facilidade em transformar qualquer ativo em dinheiro.
Taxa de Juro - a subida das taxas de juro sem risco tenderá a baixar o valor das obrigações (fundos de obrigações).
Mercado / Variação de Preço - os preços de mercado dos ativos poderão aumentar ou diminuir , dependendo da evolução das cotações dos ativos.
Concentração - do investimento do fundo em determinados mercados, setores ou classes de ativos.
Utilização De Derivados - como forma de reduzir / aumentar o nível de risco.
Crédito - possibilidade de incumprimento por parte dos emitentes Cambial - exposição da variação do valor da moeda do fundo face ao euro.
Operacional - possibilidade de ocorrer erro humano / sistemas

O que é o ISRR de um fundo?

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Um bom indicador do nível de risco e de rendibilidade do fundo é o Indicador Sintético de Risco e de Remuneração (ISRR). Este indicador mede o risco de variação de preços das UP´s do fundo com base na volatilidade verificada num determinado período de tempo, numa escala de 1 a 7. Um nível de risco mais baixo não significa que o fundo está isento de risco visto que todos os fundos podem incorrer em perdas de capital (total ou parcial).

Em termos de ISRR de um fundo, e recordando o mercado alvo, na Categoria "Tolerância ao Risco" os:
  Fundos com ISRR de 1 a 2 - destinam-se a investidores com uma tolerância "Baixa" ao risco
  Fundos com ISRR de 3 a 4 - destinam-se a investidores com uma tolerância "Média" ao risco
  Fundos com ISRR de 5 a 7 - destinam-se a investidores com uma tolerância "Elevada" ao risco

À exceção de alguns fundos (com capital garantido), não existe garantia de capital. No entanto, há determinadas "Categorias", que, pelas suas características (ativos na carteira e política de investimento), apresentam uma classe de risco mais baixa.

Existem duas formas de mitigar o risco: i) optar por fundos com um nível de risco (ISRR) mais baixo; ii) optar por uma estratégia de diversificação do investimento, quer investindo em fundos de diferentes Categorias, quer selecionando um fundo com uma política de investimento diversificada (por ex.: fundos que investem em diferentes setores, empresas, várias zonas geográficas, etc).

Qual a importância do horizonte temporal?

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Na definição da estratégia de investimento, a identificação do horizonte temporal mais adequado aos objetivos definidos, reveste-se de extrema importância. O período, ao longo do qual se espera deter um determinado investimento, deverá ser um dos aspetos a considerar na alocação de ativos / decisão de investimento. Importa, assim, perceber se se trata de um fundo Aberto ou Fechado, qual o horizonte temporal recomendado para o fundo de investimento e se este se enquadra com os objetivos definidos pelo investidor.

Os Fundos Abertos apresentam geralmente uma elevada liquidez (os investidores podem subscrever e resgatar unidades de participação a qualquer momento), sendo diária a divulgação da unidade de participação da maioria dos fundos de investimento. Enquanto que para os Fundos Fechados, o resgate só ocorrerá na data de liquidação do fundo, sendo a divulgação do valor da UP, na grande maioria dos fundos, efetuada apenas no final de cada mês.

Os Distribuidores, com base na informação fornecida pelas Sociedades Gestoras comunicam qual o horizonte temporal recomendado.

Na informação do mercado alvo, na Categoria "Objetivos e necessidades" temos que:
  Fundos com um horizonte temporal inferior a 1 ano - são considerados investimentos de muito curto prazo
  Fundos com um horizonte temporal de 1 a 3 anos - são considerados investimentos de curto prazo
  Fundos com um horizonte temporal de 3 a 5 anos - são considerados investimentos de médio prazo
  Fundos com um horizonte temporal > 5 anos - são considerados investimentos de longo prazo

Assim, cabe ao investidor, com base na documentação pré-contratual/contratual (IFI / DIA) tomar a decisão de investimento no(s) fundo(s) que se enquadrem com o período, ao longo do qual espera deter um determinado investimento (ou poderá deter o investimento, visto que poderão existir necessidades de liquidez expectáveis a considerar).

É ainda de referir que existe uma relação direta entre prazo e risco, ou seja, quanto maior o prazo recomendado maior é o risco do investimento, devido à maior incerteza que se verifica nos horizontes temporais alargados.


Consulte aqui as Brochuras de Apoio ao Investidor da CMVM.