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economia e mercados

360 Economia e Mercados

  

 

Semanal

Publicação semanal com uma análise dos principais desenvolvimentos da conjuntura económica global, procurando explicar e antecipar os seus impactos nos mercados financeiros. Esta publicação apresenta também, de uma forma sistematizada, as expectativas e previsões do Research do novobanco para a economia global e para a economia portuguesa.

Fevereiro

  • Informação económica all over the place: Inflação recua, mas criação de emprego dos EUA muito forte. Outlooks mais positivos, mas consumo privado em queda. Bancos Centrais hawkish, mas mercado vê mensagem dovish

  • Por baixo do ruído, vemos a inflação core com alguma persistência (sobretudo na Zona Euro) e Bancos Centrais a continuar a subir juros no 1H 2023. Condições mais restritivas deverão levar a arrefecimento da actividade.

  • Aumento das tensões EUA-China e receios de nova ofensiva russa na Ucrânia alimentam riscos geopolíticos. 
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Janeiro

  • Na 4ª feira, o Fed deverá elevar a target rate dos fed funds em 25 bps, para 4.5%-4.75%, atenuando mais uma vez o ritmo de subida de juros. Vemos o Fed a sinalizar como prováveis novas subidas da sua taxa directora.

  • Na 5ª feira, o BCE deverá elevar os juros de referência em 50 bps, deixando a taxa da facilidade de depósitos em 2.5%. Esperamos que o BCE sinalize (pelo menos) uma nova subida de 50 bps para Março.

  • Esta semana, os sectores tecnológico, energético, de saúde e do consumo estarão em foco na earnings season
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  • Cenário de soft landing tem ganho peso, com a descida mais rápida da inflação, com a revisão em alta das projecções de crescimento da China e com a Zona Euro a evitar os piores cenários do choque energético.

  • Os bancos centrais sinalizam uma nova atenuação do ritmo de subida das taxas directoras (Fed pode subir 25 bps em Fev), mas insistem em elevar os juros para níveis “suficientemente restritivos”, com impactos na actividade. 

  • A própria melhoria do outlook global e a recuperação da procura na China alimentarão pressões inflacionistas. 
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  • Nos EUA, a inflação recuou, em Dezembro, de 7.1% para 6.5% YoY, em linha com o esperado, com contributos da energia e bens duradouros. Espera-se a continuação desta tendência, com contributo crescente dos serviços.

  • Descida da inflação e recuo dos receios de recessão alimentaram a expectativa de que os bancos centrais possam interromper a subida dos juros mais cedo que o esperado. Activos de risco beneficiaram deste contexto.

  • Fed e BCE podem moderar ritmo de subida, mas deverão continuar a elevar os juros no 1º semestre de 2023.
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  • Esperamos uma desaceleração da actividade global em 2023, com riscos de recessão. A inflação deve recuar, com efeitos de base favoráveis na energia, arrefecimento da procura e menor pricing power das empresas. 

  • Mas com inflação ainda acima das metas, Fed e BCE deverão continuar a subir os juros de referência nos próximos meses, até 5%-5.25% no caso do Fed e até 3%-3.5% no caso do BCE, mantendo-os até final do ano.

  • O abrandamento ou recessão deverão ser moderados, seguindo-se uma recuperação lenta. Riscos negativos.   
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