9ª edição
 

O júri selecionou por unanimidade os projetos apresentados a concurso por Diogo Evangelista, Nádia Ribeiro e André Romão.

Cada vencedor recebeu uma bolsa de produção no valor de 7500 Euros, que lhes permitiu produzir os projetos, que foram depois apresentados no Museu de Arte Contemporânea de Serralves, numa exposição que foi inaugurada em Outubro.

O Júri desta 9ª edição foi composto por Guillaume Désanges, curador independente que trabalha em Paris, Marina Fokidis, directora da Kunsthalle Athena, em Atenas, e da revista South, Nav Haq, curador no MHKA, Antuérpia e Filipa Ramos, curadora independente portuguesa que trabalha e vive entre Londres e Milão.  

 

 

 

Os vencedores

 
 
Diogo Evangelista (Lisboa 1984)

Apresentação de uma instalação vídeo com recurso às convenções do falso documentário (mockumentary) para, nas palavras do artista, refletir sobre os “arquétipos de deserto, sonho, ilusão, utopia e paraíso”, associando “o planeta Marte a um paraíso perdido, representado pelas ilhas de Mauna Kea, no Havai, Faial, nos Açores, Nova Guiné, na Indonésia e Lanzarote, nas Ilhas Canárias”.

 

 
 
 
Nádia Rodrigues Ribeiro (Leiria 1984)

Exibição de uma série de mais de oitenta imagens que testemunham a degradação de um ramo de flores. A artista usou uma variedade de processos fotográficos para revelar as imagens, sublinhando a relação da fotografia com a temporalidade.


 

 
 
 
André Romão (Lisboa 1984)

Apresentação de uma projeção vídeo de uma colagem dos vários fragmentos do friso ocidental do Pártenon (dispersos por vários museus europeus) que através do seu próprio desmembramento relata e sintetiza a história do Ocidente.