NOVO BANCO Revelação

NOVO BANCO Revelação


NOVO BANCO e Museu de Serralves lançaram edição de 2018 do Prémio de Fotografia

O NOVO BANCO e o Museu de Serralves lançaram a edição de 2018 do Prémio NOVO BANCO Revelação, o qual distingue jovens criadores no campo da fotografia contemporânea. Esta iniciativa premeia anualmente um grande vencedor escolhido de entre até quatro projetos finalistas, e atribui bolsas de produção no valor de 4.500 euros a cada artista, para a concretização dos seus projetos, sendo o tema do projeto livre.

Um júri internacional, de composição diferente em cada edição, seleciona até quatro projetos, e de entre estes será escolhido um grande vencedor. Os nomes dos finalistas e do vencedor serão divulgados no final do mês de junho. Os finalistas, para além de receberem bolsas de produção, têm a oportunidade única de apresentar o seu trabalho numa exposição coletiva no Museu de Serralves, a inaugurar no último trimestre de 2018, para além de ser publicado um catálogo com o trabalho do artista vencedor.

São admitidos a concurso projetos de criadores de nacionalidade portuguesa, ou estrangeiros a residir em Portugal, com idade limite de 30 anos (à data de fecho das candidaturas, 8 de junho de 2018).

Consulte o Regulamento.

Sobre o NOVO BANCO Revelação

O NOVO BANCO Revelação é uma iniciativa do banco em parceria com a Fundação de Serralves que visa incentivar a produção e criação artística de jovens talentos portugueses, tendo por base uma lógica de divulgação, lançamento e apoio a todos os que recorram ao medium fotografia. O concurso destina-se a artistas de nacionalidade portuguesa, ou estrangeiros a residir em Portugal, com idade limite de 30 anos (à data de fecho das candidaturas) e o tema do projeto é livre.

Ao apostar com o Museu de Serralves numa iniciativa que promove o surgimento de novos criadores, o NOVO BANCO reforça a sua estratégia de mecenato cultural na área da fotografia e, simultaneamente, intervém na comunidade, através de formas inovadoras de dinamização da arte, nomeadamente no contexto dos jovens artistas contemporâneos portugueses.

Edição anterior
Tiago Madaleno foi o grande vencedor do NOVO BANCO Revelação 2017. 


Para além de receber uma bolsa de produção para concretizar o seu projeto,  Tiago Madaleno apresentou uma exposição individual que inaugurou no dia 17 de outubro de 2017 no Museu de Serralves, que esteve patente até ao dia 7 de janeiro de 2018.

Veja a inauguração da Exposição de Tiago Madaleno no video em baixo.

 

Com o projeto que apresentou ao júri, Tiago Madaleno propõe-se refletir sobre a relação entre a fotografia e a temporalidade, invocando a presença do corpo no processo de produção das imagens. Recorrendo a uma instalação com diversos dispositivos que exploram o uso desviado do vocabulário fotográfico, Clepsidra questionará as condições de visibilidade da fotografia, nomeadamente os processos utilizados para a produzir e o recurso ao índice como ferramenta de trabalho.

Tiago Madaleno, “Cabeça, 2016"  

 

O júri do Prémio NOVO BANCO REVELAÇÃO 2017, presidido por João Ribas, diretor adjunto e curador do Museu de Serralves e constituído por Andrea Lissoni, curador de vídeo e fotografia da Tate Modern, Londres; Alessio Antoniolli, diretor da Gasworks & Triangle Network, Londres; Ricardo Nicolau, adjunto da direção e curador do Museu de Serralves e Filipa Loureiro, curadora do Museu de Serralves, destacou o importante papel que a organização de uma exposição no Museu de Serralves pode desempenhar no percurso artístico de Tiago Madaleno. O diálogo com os curadores do Museu e o acesso a condições profissionais de produção e de comunicação deverão trazer à sua prática novas preocupações e posições estéticas.

Tiago Madaleno nasceu na cidade de Vila Nova de Gaia em 1992 e licenciou-se em pintura pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2010 e 2014. Realizou mestrado em pintura na mesma Faculdade entre 2014-2016.

O vencedor da edição de 2017 foi escolhido entre quatro finalistas, selecionados pelo júri do prémio no passado mês de junho. Além do vencedor foram finalistas do Prémio os artistas Ana Barata Martins, Diogo Bolota e Henrique Loja. Os quatro finalistas utilizam o suporte fotográfico para o interrogar nos seus sentidos e possibilidades na arte contemporânea.

A acompanhar o Prémio foi publicado um catálogo que apresentou o trabalho dos quatro finalistas e que, para além de imagens que documentam os projetos, inclui entrevistas aos artistas conduzidas por Ricardo Nicolau, adjunto da direção do Museu de Serralves e membro do júri do Prémio.


 

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