Fundos de Investimento


Categorias Fundos    Risco    ISRR    Horizonte temporal

A indústria de Fundos de Investimento é cada vez mais vasta e complexa. Os Clientes do NOVO BANCO podem aceder com facilidade a fundos geridos pela Sociedade Gestora do GNB assim como a Fundos de Gestoras de Activos Internacionais de renome, entre os quais poderão encontrar a combinação que mais se adequa à sua realidade e objetivos.

 

Prémios Morningstar 2019


NB Obrigações Europa

Melhor Fundo Nacional de Obrigações Euro

A Morningstar, que anualmente distingue os melhores Fundos e Sociedades Gestoras nacionais e estrangeiras a atuar em Portugal, reconheceu a consistência da qualidade e performance do fundo NB Obrigações Europa gerido pela GNB Fundos Mobiliários, Grupo NB.

 

Prémios Morningstar 2018

Em 2018, foi premiado como "Melhor Fundo Estrangeiro de Obrigações Euro" o fundo NB Euro Bond, gerido pela GNB International Management, Novo Banco Group.

 

Tem dúvidas? Nós esclarecemos.

4 CATEGORIAS principais nos Fundos Mobiliários

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Curto Prazo / Liquidez / Monetários
Predominância em aplicações de curto prazo e de elevada liquidez. São fundos de risco baixo e com uma rendibilidade que corresponde à das taxas de juro do mercado monetário, podendo ser considerados como uma alternativa ao investimento nos depósitos bancários, contudo não garantem o capital na data de reembolso.

Obrigações
São classificados segundo as Entidades Emitentes: Fundos de Obrigações do Governo - Government Bond (investem em vários tipos de títulos de dívida pública, as chamadas obrigações soberanas) e os Fundos de Obrigações de Divida Corporativa - Corporate Bond (investem em títulos de dívida emitidos por empresas). Têm normalmente duas sub-classificações, segundo a qualidade creditícia da respetiva carteira: Fundos de Obrigações Investment Grade (investem em dívida emitida por entidades de elevada qualidade, com o objetivo de aumentar o capital da instituição, ou seja, com rating S&P superior a BBB, ou Baa na classificação Moody's) e Fundos de Obrigações High Yield (investem em emissões de dívida com baixos ratings de crédito, referidas muitas vezes como junk bonds, e têm rating S&P abaixo do BBB ou Baa pela Moody's). As obrigações High Yield oferecem normalmente taxas de juro mais elevadas que as obrigações Investment Grade já que a respetiva compra implica um risco adicional para o comprador da obrigação.

Existem também os Fundos de Dívida Emergente, cuja carteira está predominantemente investida em Obrigações de países denominados Emergentes (não Desenvolvidos). Estes fundos podem ter dívida Governamental e Corporativa, podendo ou não ter cobertura cambial dos ativos em carteira. Finalmente, existem Fundos de Obrigações Globais / Flexíveis (Unconstrained). Este tipo de Fundos, tal como o nome indica, na sua política de investimentos podem, dentro de parâmetros pré-definidos, investir no mercado de dívida global, oportunisticamente, não estando restringidos por tipos de emitentes, risco dos mesmos ou geografias.

Mistos (ou Multi-Ativos)
Combinam características dos fundos de obrigações e dos fundos de ações, investindo nas diferentes classes de ativos, pelo que o risco e a rendibilidade associados a estes fundos varia em função do maior ou menor peso que as ações e obrigações têm no património, bem como dos países em que investe: uns privilegiam claramente o investimento em ações, outros apostam mais nas obrigações, outros têm uma carteira bastante diversificada internacionalmente, apostando em vários países e regiões.

Ações
Estes fundos apresentam maior risco, pelo facto de o valor das unidades de participação ser muito sensível ao risco de variação de preço das ações em que investem, mas, poderão, deter um rendimento potencial, a longo prazo, superior aos produtos de baixo risco (as oscilações no valor dos fundos diluem-se no longo prazo).

Existem, também, os Fundos Flexíveis, que investem em obrigações e ações e tendem a não definir barreiras para o peso dos vários tipos de aplicações na carteira; os Fundos de Fundos, que têm uma carteira composta por UP´s de outros fundos; os Fundos de Investimento Alternativo (FIA) que se caracterizam por uma grande liberdade na determinação da política de investimento e os Fundos de Poupança-Reforma (PPR), que têm uma composição semelhante aos fundos multi-ativos, mas a lei atribuí-lhes um estatuto especial.

Quais os riscos a que um fundo pode estar exposto?

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Todos os fundos de investimento têm risco de capital (à exceção dos fundos com capital garantido), o que significa que o investidor poderá incorrer em perdas de capital. O maior ou menor risco de um fundo dependerá do risco dos ativos do fundo.

PRINCIPAIS RISCOS ASSOCIADOS AOS FUNDOS DE INVESTIMENTO
Capital - a grande maioria não tem capital garantido (*).
Liquidez - facilidade em transformar qualquer ativo em dinheiro.
Taxa de Juro - a subida das taxas de juro sem risco tenderá a baixar o valor das obrigações (fundos de obrigações).
Mercado / Variação de Preço - os preços de mercado dos ativos poderão aumentar ou diminuir , dependendo da evolução das cotações dos ativos.
Concentração - do investimento do fundo em determinados mercados, setores ou classes de ativos.
Utilização De Derivados - como forma de reduzir / aumentar o nível de risco.
Crédito - possibilidade de incumprimento por parte dos emitentes Cambial - exposição da variação do valor da moeda do fundo face ao euro.
Operacional - possibilidade de ocorrer erro humano / sistemas

O que é o ISRR de um fundo?

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Um bom indicador do nível de risco e de rendibilidade do fundo é o Indicador Sintético de Risco e de Remuneração (ISRR). Este indicador mede o risco de variação de preços das UP´s do fundo com base na volatilidade verificada num determinado período de tempo, numa escala de 1 a 7. Um nível de risco mais baixo não significa que o fundo está isento de risco visto que todos os fundos podem incorrer em perdas de capital (total ou parcial).

Em termos de ISRR de um fundo, e recordando o mercado alvo, na Categoria "Tolerância ao Risco" os:
  Fundos com ISRR de 1 a 2 - destinam-se a investidores com uma tolerância "Baixa" ao risco
  Fundos com ISRR de 3 a 4 - destinam-se a investidores com uma tolerância "Média" ao risco
  Fundos com ISRR de 5 a 7 - destinam-se a investidores com uma tolerância "Elevada" ao risco

À exceção de alguns fundos (com capital garantido), não existe garantia de capital. No entanto, há determinadas "Categorias", que, pelas suas características (ativos na carteira e política de investimento), apresentam uma classe de risco mais baixa.

Existem duas formas de mitigar o risco: i) optar por fundos com um nível de risco (ISRR) mais baixo; ii) optar por uma estratégia de diversificação do investimento, quer investindo em fundos de diferentes Categorias, quer selecionando um fundo com uma política de investimento diversificada (por ex.: fundos que investem em diferentes setores, empresas, várias zonas geográficas, etc).

Qual a importância do horizonte temporal?

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Na definição da estratégia de investimento, a identificação do horizonte temporal mais adequado aos objetivos definidos, reveste-se de extrema importância. O período, ao longo do qual se espera deter um determinado investimento, deverá ser um dos aspetos a considerar na alocação de ativos / decisão de investimento. Importa, assim, perceber se se trata de um fundo Aberto ou Fechado, qual o horizonte temporal recomendado para o fundo de investimento e se este se enquadra com os objetivos definidos pelo investidor.

Os Fundos Abertos apresentam geralmente uma elevada liquidez (os investidores podem subscrever e resgatar unidades de participação a qualquer momento), sendo diária a divulgação da unidade de participação da maioria dos fundos de investimento. Enquanto que para os Fundos Fechados, o resgate só ocorrerá na data de liquidação do fundo, sendo a divulgação do valor da UP, na grande maioria dos fundos, efetuada apenas no final de cada mês.

Os Distribuidores, com base na informação fornecida pelas Sociedades Gestoras comunicam qual o horizonte temporal recomendado.

Na informação do mercado alvo, na Categoria "Objetivos e necessidades" temos que:
  Fundos com um horizonte temporal inferior a 1 ano - são considerados investimentos de muito curto prazo
  Fundos com um horizonte temporal de 1 a 3 anos - são considerados investimentos de curto prazo
  Fundos com um horizonte temporal de 3 a 5 anos - são considerados investimentos de médio prazo
  Fundos com um horizonte temporal > 5 anos - são considerados investimentos de longo prazo

Assim, cabe ao investidor, com base na documentação pré-contratual/contratual (IFI / DIA) tomar a decisão de investimento no(s) fundo(s) que se enquadrem com o período, ao longo do qual espera deter um determinado investimento (ou poderá deter o investimento, visto que poderão existir necessidades de liquidez expectáveis a considerar).

É ainda de referir que existe uma relação direta entre prazo e risco, ou seja, quanto maior o prazo recomendado maior é o risco do investimento, devido à maior incerteza que se verifica nos horizontes temporais alargados.


Consulte aqui as Brochuras de Apoio ao Investidor da CMVM.